Blog Casa Prado

A cor de 2024: Peach Fuzz

A cor de 2024: Peach Fuzz

em 28 de fev. de 2024
Recentemente a Pantone (empresa norte-americana que desenvolve e cria novas cores) divulgou a nova cor de 2024. Segundo a mesma: "Peach Fuzz exprime nosso desejo de se nutrir e de nutrir os outros. É um tom de pêssego gentil e aveludado com uma aura cativante que enriquece nossa mente, corpo e espírito." Não é uma cor exclusiva do guarda roupa feminino, foi adaptada também para o público masculino, vestindo homens modernos e elegantes.   Confira abaixo combinações de looks do casual ao formal: E aí, o que achou da cor de 2024 segundo a Pantone?
Casa Prado completa 69 anos!

Casa Prado completa 69 anos!

em 23 de fev. de 2024
São 69 anos de histórias, tradições e comprometimento com os clientes cuiabanos. No dia 11 de fevereiro de 1955, o comerciante José Rodrigues do Prado abria as portas da Casa Prado, em seu primeiro endereço no número 78 na Praça da República, e ali começava uma jornada bastante inovadora para o público masculino. A marca está em sua 3° geração, passando de pai para filho, e hoje administrada pelo Geraldo José Ziolkowski Do Prado. E na mesma data que se comemora o aniversário, foi realizada a 13° convenção anual com todos os colaboradores da Casa Prado, foi um dia repleto de conhecimento, diversão e expectativas para 2024! Foram feitas entregas de prêmios para os melhores do ano, palestra vendedor 24 horas com o Márcio Barreto e conhecimentos trazidos da NRF com o Geraldo José. Um evento marcante com todos os colaboradores. Confira abaixo as fotos: A nova geração da Casa Prado Palestra com Márcio Barreto Entrega de premiação aos melhores do ano de 2023 Foto com todos os colaboradores E não poderia faltar o bolo para comemorar a incrível trajetória
Viva Magenta: A cor de 2023

Viva Magenta: A cor de 2023

em 23 de fev. de 2024
A Pantone, sistema de cores e tendências criado nos EUA, divulgou há pouco tempo a cor de 2023, Magenta. A Cor do Ano, Viva Magenta 18-750, vibra com força e energia. É uma cor enraizada na natureza, descende da família dos tons vermelhos e vem expressando um novo vigor. Viva Magenta é corajosa e destemida, uma cor pulsante, cuja exuberância impulsiona a celebração, alegria e otimismo, escrevendo assim uma nova narrativa.”Uma mistura de tons quentes e frios dá vida ao Viva Magenta, cor que se assemelha a tonalidade do vermelho carmim. A cor também abrange o público masculino, ideal para usar em eventos sociais.
Evite as montanhas de lixo têxtil

Evite as montanhas de lixo têxtil

em 23 de fev. de 2024
Lixo do mundo”. Assim foi chamada a montanha de roupas acumuladas em pleno deserto do Atacama, no Chile, e divulgada em novembro de 2022. As imagens da quantidade quilométrica de vestuários em pleno deserto rodaram o mundo e chamaram a atenção para uma pauta antiga e urgente: o descarte têxtil. Para se ter uma ideia, só o Brasil gera anualmente cerca de 170 mil toneladas de lixo têxtil. As montanhas chilenas, aliás, não são originadas naquele país. Conforme reportagens da época, ali existem roupas descartadas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia e que supostamente seriam revendidas. E não foram. Mas, diante de um problema global, há o que fazer localmente? Atuando nesta indústria há mais de 20 anos e sendo a terceira geração de empresários à frente da empresa mato-grossense Casa Prado, posso dizer que sim. Sempre tivemos como missão atuar de forma responsável social e ambientalmente. O que hoje é chamado de “negócio de impacto social”. Ou seja, está em nossa missão o compromisso de que nossas ações, projetos ou iniciativas tenham como foco a transformação social e ambiental, mas também a geração de emprego e renda. Foi assim, por exemplo, que surgiu o projeto Costurando Sonhos, uma parceria com a Associação Anjo Miguel. Nossas roupas em desuso ou nossos retalhos de alfaiataria que antes teriam como fim o descarte, agora têm ganhado novos significados pelas mãos de costureiras do bairro Jardim Glória II, em Várzea Grande. São seis mulheres que têm aprendido desde o ano passado a técnica e a prática do corte e costura com uma instrutora da Casa Prado. Nós temos realizado ao lado delas dois grandes sonhos: gerar conhecimento em um local com alto índice de vulnerabilidade, dando oportunidade para que essas mulheres tenham uma profissão que oportuniza renda, e também trazendo benefícios ao meio ambiente. Hoje, o que antes era lixo têxtil se transforma em bolsas, mochilas, carteiras, porta-óculos, nécessaires, estojos e lixeiras para carro. Todos estes itens são comercializados em nossas lojas e 100% da renda é revertida para o projeto. O Costurando Sonhos é nossa menina dos olhos porque possibilita a essas mulheres a autonomia financeira e, também, reforça nosso compromisso de cuidar do meio ambiente. Mas também temos outros sonhos dos quais nos orgulhamos. Desde 2012, desenvolvemos ações com a Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC-MT), por meio de doações de produtos e auxílio no MC Dia Feliz anualmente. Desde 2019 já recolhemos 1219 kg borras de café que utilizamos em nossas lojas e transformamos em adubo para a Horta Estrela, bem como desenvolvemos o “Papa Pilhas”, programa que já recolheu 1.100 pilhas e 154 baterias para o descarte correto. A Casa Prado também é parceira do Projeto Lunaar, com recolhimento de aerossol para que a organização revenda e auxilie nos cuidados dos animais abandonados; e do Tampatinhas, em que recolhe tampinhas para que a instituição possa revender e fazer a castração de animais. Já foram recolhidos, desde 2019, 1.286 unidades de frascos de aerossol e, no caso do projeto Tampatinhas, a Casa Prado recolheu, desde 2020, 50 kg de tampinhas de plástico e anéis de lata de bebidas. Uma outra ação de sucesso desenvolvida em 2022 é a “Cores do Pantanal”, em que uma coleção de camisetas exclusiva com estampas da fauna pantaneira teve parte das vendas revertidas para a ONG “É o Bicho”. Além destes projetos, a Casa Prado participa do movimento Sou de Algodão, que nasceu em 2016 e estimula a moda responsável. Na prática, o movimento traz transparência e sustentabilidade em todas as etapas da cadeia produtiva da indústria têxtil. Todas estas ações e projetos têm como objetivo o desenvolvimento econômico, social e ambiental. É só assim que reduzimos as desigualdades sociais e de acesso. E é só assim que transformaremos realmente a vida das pessoas e reduziremos as montanhas de “lixo do mundo”. Geraldo José do Prado é CEO da Casa Prado.
Costurando sonhos: Casa Prado dá início a um projeto socioambiental

Costurando sonhos: Casa Prado dá início a um projeto socioambiental

em 23 de fev. de 2024
A marca de moda masculina Casa Prado, consolidada há 68 anos na história de Cuiabá com 9 lojas e 3 franquias no estado de Mato Grosso, iniciou em setembro de 2022 o projeto Costurando Sonhos. A iniciativa oferece profissionalização gratuita com ensino técnico e prático de costura para mulheres de Várzea Grande em parceria com a Associação Anjo Miguel, localizada no bairro Jardim Glória II. Unindo o social ao ambiental denominando-se projeto de impacto, roupas que estavam em desuso e retalhos das operações de alfaiataria da empresa que acumulariam em resíduos textéis para o meio ambiente, são destinados ao espaço disponibilizado na Associação Anjo Miguel com máquinas de costura doadas à eles pelo IMA (Instituto Mato-Grossense de Algodão). A Casa Prado fornece instrutora e professora especializadas em costura e modelagem de peças, que ensinam e profissionalizam mulheres através da reutilização do tecido para criação de carteiras, mochilas, bolsas e diversos produtos, que já estão sendo comercializados nas Lojas da Casa Prado em todos os Shoppings, na qual 50% da renda obtida pela venda das peças será revertida para o projeto. O CEO da Casa Prado Geraldo José do Prado explica “A gente sabe que o mercado da moda polui muito, esse retalho que ia pro lixo, tá indo para essa oficina para se transformar em uma bolsa, uma mochila e futuramente a gente vai recomprar delas garantindo receita para essa comunidade que é vulnerável e ao mesmo tempo ajudando o meio ambiente, esse projeto é um grande sonho”. A turma contém seis alunas, sendo todas mães, Andreia Costa Amorim aluna do projeto destaca como vê a oportunidade da profissionalização “A gente tem que ter a visão lá na frente, de que costureira é um emprego, cada uma aqui tem um objetivo na costura, o meu é produzir roupa. Uma costureira nunca fica sem dinheiro, temos a oportunidade tanto de exercer a função fora, como costurar em casa, ainda mais para nós que somos mães é uma possibilidade de conciliar com o cuidado dos filhos” Para Zislene Gonçalves de 38 anos, também aluna, o curso trouxe oportunidades de futuro, “Pra mim o projeto foi uma alegria muito grande porque meu sonho é ter um diploma, eu pretendo montar o meu próprio ateliê de costura, sempre tive vontade de costurar” “Dependendo da região que a gente vive é mais difícil o acesso, tem vários cursos que estão abrindo oportunidade, mas para você fazer um curso você tem que pagar, ou o curso é em um local muito longe, então conta o translado, ônibus, tempo… e aqui no projeto não, é gratuito, não tem custo, é perto” Tatiane Martins, aluna do projeto A minha história com a costura começou com um sonho” Essas foram as palavras de Antônia karolayne Gomes da Silva , professora do projeto ao descrever sua trajetória na costura: “Desde os oito anos eu começei a desenhar, eu desenhava roupas e eu não sabia né, o que ou como que ela iria sair dali, com quinze anos eu participei das olimpíadas do conhecimento no SENAI no curso de tecnologia da moda, também no SENAI fiz o curso de modelagem, onde tive a oportunidade de aprender com um professor surdo, foi uma experiência muito incrível, conheci uma nova maneira de aprender e ensinar. Dar aula para várias pessoas em um mesmo ambiente, cada um tem o seu jeito, é meio complicado se adaptar. Na minha cabeça eu pensava deve ser difícil ser professora, eu tenho 21 anos, mas depois eu vi que é muito legal passar conhecimento”.  Finalizou Antônia. “Um sonho em conjunto” Maria de Lourdes Figueiredo monitora do projeto descreve: “Minha mãe era costureira, eu aprendi a dar os primeiros pontos à mão com 6 anos, eu fazia roupas de boneca, como eu sempre fui curiosa aprendi sozinha na máquina. Com 15 anos eu já fazia minhas roupas, desenhava e executava, as pessoas foram conhecendo o meu trabalho e me tornei costureira. Tenho um sonho que grita muito forte de ajudar pessoas, esse sonho casou muito com esse projeto, quando o CEO da Casa Prado Geraldo José me falou da idéia de destinar os retalhos da alfaiataria, não tínhamos o lugar pra isso e eu fui até o IMA, onde conheci o Edvaldo, diretor da Associação Anjo Miguel, que já tinha máquinas de costura e as coisas se encaixaram, esse projeto foi um sonho que sonhamos em conjunto. Tanto meu, quanto do CEO e também do Edvaldo.